Bem-vindos. Neste blogue, têm lugar textos da autoria de membros da comunidade educativa da Escola Secundária de Vilela e apontamentos diversos sobre livros e literatura.

19
Out 11

 

Hoje publicamos a contribuição da Joana Freire, do 11.º D, para o desenvolvimento do soneto como forma poética viva na língua portuguesa. Trata­‑se de um texto que reactiva esse tópico tão frequentemente reiterado do sofrimento amoroso.

 

Só quero para longe correr!

A dor aperta até doer

Na alma, no corpo…

É como se estivesse morto.

 

Estou já cansado de lutar,

Mas da dor me quero libertar,

Deste peso no coração,

Destas lágrimas de paixão.

 

Estou a sofrer por amor,

Foste tu a causadora

Do meu ardor interior.

 

Com esses olhos me cativaste!

Com esses lábios me chamaste!

Foste tu que me mataste!

publicado por escoladeescritores às 09:26

Outubro 2011
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