Bem-vindos. Neste blogue, têm lugar textos da autoria de membros da comunidade educativa da Escola Secundária de Vilela e apontamentos diversos sobre livros e literatura.

24
Nov 15

 

A Juliana Campos, do 11.º VA, escreveu sobre a importância do sono para os adolescentes. É a sua reflexão que publicamos hoje, nesta sequência de textos de apreciação crítica. Leiam e meditem.

 

Hoje em dia, o número de horas de descanso dos adolescentes tem vindo a diminuir, provocando o esquecimento das mínimas nove horas diárias que são fundamentais para o bem-estar físico e psicológico da população, nomeadamente para o sucesso escolar.

Como é notório, quando as pessoas têm o descanso necessário, o qual envolve as mínimas nove horas de um sono calmo, acordam com a energia precisa para enfrentar um novo dia e normalmente fazem-no bem-dispostas e fortes. Uma tal ideia foi reforçada por um estudo realizado pela Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, que comprova como as horas de sono estão diretamente relacionadas com a disposição dos indivíduos no dia-a-dia.

Outro aspeto de relevo das nove horas de sono consiste no facto de o tempo de descanso estabelecer uma ligação com a concentração e a compreensão que os alunos apresentam a nível escolar, isto é, geralmente aqueles que cumprem as mínimas horas de sono apresentam-se com mais concentração e, por sua vez, obtêm melhores resultados do que aqueles que não respeitam as nove horas de sono, como foi provado por vários estudos indicando que os alunos que mais descansam têm melhor rendimento.

Em conclusão, compreende-se que a relação entre o tempo de descanso e o rendimento escolar é diretamente proporcional, sendo que as nove horas diárias de sono são essenciais para o sucesso escolar.

 

Juliana Campos

publicado por escoladeescritores às 17:15

18
Nov 15

 

A partir desta semana, iremos publicar alguns textos de apreciação crítica elaborados por alunos do 11.º ano. O trabalho à volta deste modelo textual foi feito nas aulas de Português, dele resultando a produção de exemplos assaz interessantes, quer pelo assunto escolhido, quer pela qualidade da escrita. Começamos hoje com uma reflexão da Adriana Sousa, do 11.º VD, que se ocupa de uma questão bem premente no nosso quotidiano.

 

Todos os dias nos chegam relatos de acidentes que acontecem nas nossas estradas. As causas são diversas, mas muitos acidentes e mortes poderiam ser evitados se não houvesse o descuido de alguns condutores portugueses.

Em primeiro lugar, cada vez mais se torna recorrente vermos alguém a usar o telemóvel enquanto conduz, ignorando completamente os riscos que provêm desta ação. Podemos comprovar esta tendência através de um relatório da OMS sobre Segurança e Prevenção Rodoviária. Segundo o relatório, os portugueses são os europeus que mais utilizam o telemóvel enquanto conduzem (cerca de 59%). Em segundo lugar, é também frequente ouvirmos notícias de acidentes causados pela condução sob o efeito de álcool. Isto reduz significativamente as capacidades de reação e de alerta dos condutores. De entre 13 países europeus estudados, Portugal é o terceiro em que os automobilistas apresentam maior taxa de álcool.

Concluindo, existem vários acidentes que podem ser evitados se os condutores forem mais prudentes enquanto conduzem, diminuindo assim os riscos de danos que podem causar, não só a si próprios, mas também a outras pessoas.

 

Adriana Sousa

publicado por escoladeescritores às 12:04

13
Nov 15

 

Assim se conclui a publicação das quadras que prolongam o poema «Quasi», de Mário de Sá-Carneiro, imiscuindo-se nele para prolongarem as imagens de incompletude que o autor modernista legou à língua portuguesa. O texto de hoje é da Marta Alves, do 9.º VD. Continuação de boas leituras.

 

Quasi tentei fazer,

Sem noção do que foi feito;

Quasi mandei desfazer,

Um pouco mais e parecia perfeito.

 

publicado por escoladeescritores às 13:21

04
Nov 15

 

O tópico da falha ou da ausência como imagem poética foi também glosado pela Beatriz Barros, do 9.º VD, que é a autora da quadra que hoje se publica, como prolongamento do texto de Mário de Sá-Carneiro.

 

Tudo começou e tudo acabou,

Abrem-se-me as memórias do coração.

Eu falhei, falhei comigo e com os outros,

Faltou-me o abraço dos que já aqui não estão.

publicado por escoladeescritores às 12:04

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