Bem-vindos. Neste blogue, têm lugar textos da autoria de membros da comunidade educativa da Escola Secundária de Vilela e apontamentos diversos sobre livros e literatura.

02
Mai 13

 

Hoje damos a conhecer um poema assinado pelo Mário Ferreira, que frequenta o 12.º D na nossa escola. Trata-se de um texto em que a reflexão sobre a identidade do sujeito poético se constrói com base em metáforas, antíteses e paradoxos. Esperemos que fruam desta leitura.

 

O que sou eu

 

Tenho uma mente aberta,

Uma alma desperta,

Um coração ardente;

Sou feliz e independente.

 

Sou um anjo selvagem,

Um demónio amante;

Sou um medo corajoso,

Um frio caloroso.

 

Sou aquilo que se pode ter,

No entanto não se tem;

Sou o calor d’uma chama a arder,

Sou a força que ela contém.

 

Sou a eterna memória

De um profundo esquecimento,

Sou a triunfante glória

Deste feliz momento.

 

Afinal o que sou eu?

Serei vida, serei morte?

Serei azar, serei sorte?

 

Quem ler que decida

E que decifre este labirinto

Sem qualquer saída.

publicado por escoladeescritores às 09:17

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