Bem-vindos. Neste blogue, têm lugar textos da autoria de membros da comunidade educativa da Escola Secundária de Vilela e apontamentos diversos sobre livros e literatura.

17
Mai 11

 

Ainda no âmbito da Semana da Filosofia, foram produzidas, por alunos, algumas reflexões sobre a ideia que cada pessoa tem de si e sobre a sua integração no mundo. Um exemplo desses questionamentos verbais é o texto que hoje publicamos, da Micaela Santos, do 10.º B.

 

A nossa vida é como um texto que escrevemos à pressa, e depois não temos para o ler e corrigir os erros, pois já o entregámos.

Às vezes, só pensamos no que somos e a que parte da sociedade é que pertencemos quando a vida nos obriga a parar no tempo e a fugir do ritmo do dia-a-dia. Quando damos verdadeiramente valor à vida é que olhamos para trás no tempo e reflectimos sobre o que fizemos, tentando melhorar nas próximas acções. Às vezes, conseguimos, outras vezes, não, porque não somos verdadeiramente fortes para assumir e reconhecer quem somos. Na verdade, isto é uma tarefa difícil, pois temos que nos basear no que dizem os outros e não no que nós pensamos que somos. Reconhecermo-nos perante a sociedade, porém, é fundamental, pois só aí temos consciência dos actos que realizamos e podemos descobrir a resposta para a interrogação «Quem sou eu?».

 

[Em cima: La reproduction interdite (1937), de René Magritte.]

publicado por escoladeescritores às 22:46

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