Bem-vindos. Neste blogue, têm lugar textos da autoria de membros da comunidade educativa da Escola Secundária de Vilela e apontamentos diversos sobre livros e literatura.

28
Mai 09

Continuamos a publicação de textos expressivos em volta da liberdade da poesia. O trabalho de hoje é da autoria da aluna Cátia Nunes, do 8.º A.

 

Poema

 

O que significa paixão?

Imagino que tenha o perfume de uma flor

Imagino que tenha o som da cascata

Imagino que tenha o tamanho da rua

Mas que pode ser negra como a noite sem lua.

 

Na natureza existe uma flor

A flor mais linda que já vi

É amarela e para ti

 

Na natureza existe uma árvore

Com cor verde de esperança

A minha preferida desde criança

 

Encontro a natureza

Na floresta depois da rua

Encontro a flor

Na memória pois já é tua

Para completar o teu jardim

 

Agora está o jardim completo

O mais belo do mundo

Com o amarelo do deserto

E o amor mais profundo.

 

publicado por escoladeescritores às 12:49

21
Mai 09

 

Começamos hoje uma nova série de entradas, à volta da liberdade do texto poético. Os trabalhos que iremos apresentar foram redigidos na aula de Língua Portuguesa do 8.º A. O poema de hoje é da autoria da Ana Neto.

 

Poema da Poesia

 

Escrever Poemas

Abre a porta aos meus pensamentos

Que saem da minha mente

Por breves momentos…

 

Momentos esses…

Que fazem pensar,

Que fazem libertar…

A consciência.

Voando para o outro lado do mundo,

Que por vezes parece tão longe,

Mas, na realidade, é tão perto.

Que cresce num pensamento

E evolui num papel.

Como a mente de um pintor,

Desenhada com um pincel,

Desenvolvendo-se com própria cor.

 

publicado por escoladeescritores às 12:31

14
Mai 09

A variação de hoje do vilancete camoniano é da autoria da Ana Silva e da Rute Nogueira, ambas alunas do 10.º F.

 

Mote

Se Helena apartar

Do campo seus olhos,

Nascerão abrolhos.

 

Volta

Teus olhos são

Verdes de encantar.

Na natureza são

Os campos onde

O gado vai pastar.

Se teus olhos retirares,

Nada vai restar.

 

publicado por escoladeescritores às 12:52

07
Mai 09

Apresentamos hoje a primeira variação do vilancete de Camões, publicado na última entrada. As glosas foram redigidas pelas alunas Diana Ferreira e Carina Neto, do 10.º F, na aula de Literatura Portuguesa.

 

Mote

Se Helena apartar

Do campo seus olhos,

Nascerão abrolhos.

 

Voltas

Se para o campo olhar,

Verduras nascerão.

Se seus olhos apartar,

Abrolhos brotarão.

Helena, poderás amar-me;

Sem ti, não posso ficar;

És o meu coração.

 

Se para seus olhos olhar,

Profundamente irei mergulhar

No infinito do seu olhar.

Uma verdura de encantar

Nela irei encontrar,

Um mundo para navegar

E seu amor conquistar.

 

publicado por escoladeescritores às 12:43

05
Mai 09

 

Ao longo das próximas entradas, publicaremos as glosas propostas por alunas do 10.º F, a partir de um mote de Luís Vaz de Camões. Esta actividade foi desenvolvida na aula de Literatura Portuguesa. Hoje apresentamos o texto original.

 

Mote

Se Helena apartar do

campo seus olhos,

nascerão abrolhos.

 

Voltas

A verdura amena,

gados que pasceis,

sabei que a deveis

aos olhos d' Helena.

Os ventos serena,

faz flores d' abrolhos

o ar de seus olhos.

Faz serras floridas,

faz claras as fontes...

Se isto faz nos montes,

que fará nas vidas?

 

Trá-las suspendidas,

como ervas em molhos,

na luz de seus olhos.

Os corações prende

com graça inumana;

de cada pestana

uma alma lhe pende.

Amor se lhe rende

e, posto em giolhos,

pasma nos seus olhos.

 

publicado por escoladeescritores às 15:51

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