
O contributo de hoje para a divulgação do soneto como forma poética viva e actuante deve-se à Catarina Sousa, do 11.º D, autora do texto que a seguir reproduzimos. Esperemos que continuem a apreciar os sonetos modernos que vos temos oferecido ao longo das últimas semanas.
Não havia luz, não havia nada,
Só tinha medo de o usar ali;
Quando cheguei à conclusão assi,
Era o computador que não ligava.
Estava com medo, nervosa... passada;
Falei com a Adriana e a Bibi,
Elas gozaram comigo e eu sorri
Pela tal coisa que já não lembrava.
Peguei no carregador e liguei-o,
E logo assim a luz apareceu.
E será que é desta? – interroguei-o.
Ele ignorou-me e não me respondeu;
Fiz-lhe festinha, oh, incentivei-o,
Cliquei na tecla on, assim já deu.