Bem-vindos. Neste blogue, têm lugar textos da autoria de membros da comunidade educativa da Escola Secundária de Vilela e apontamentos diversos sobre livros e literatura.

25
Jan 12

 

Para concluirmos esta série temática, inserimos hoje o contributo da Flávia Gonçalves, do 7.º D, sobre o ato de escrita.

 

Para mim, escrever é expressar os meus sentimentos no papel. Tudo aquilo de que gosto, o que leio, penso, tudo isto sai para a folha quando escrevo. As ideias começam a chover sem mais nem menos. E depois de começar é difícil de parar.

publicado por escoladeescritores às 09:30

18
Jan 12

 

Publicamos hoje a contribuição do Diogo Gomes, do 7.º D, para a definição da importância da escrita.

 

Para mim, escrever é como sonhar, entrar num lugar que não existe. Escrever é uma imaginação que nunca para. É uma forma de eu explicar o que sinto e transmiti-lo por palavras. Também é uma forma de viver e, quando escrevo, fico melhor.

publicado por escoladeescritores às 09:41

12
Jan 12

 

Na continuação da série de textos que temos vindo a publicar, insere-se hoje o contributo do Rúben Seabra, do 7.º C, que refletiu sobre a escrita da forma que se segue.

 

Para mim, escrever é imaginar, descrever e sonhar as coisas, é exprimir os sentimentos através de palavras e expressões, é viajar num mundo sinistro, sem sair do sítio, é conhecer até onde vai o mundo da escrita, é o prazer de partilhar momentos com os outros…

publicado por escoladeescritores às 11:36

10
Jan 12

 

Publicamos hoje mais um texto sobre o significado da escrita, elaborado, desta vez, pelo Tiago Machado, do 7.º C.

 

Para mim, escrever é dar nome às coisas que existem à nossa volta, construir frases com cada vez mais palavras e poder descrever uma pessoa, uma casa ou outros objetos. Depois, com a construção dessas palavras, podemos criar músicas, prosa, poesia e, ao criar cada uma dessas coisas, estamos a viver um sonho.

publicado por escoladeescritores às 12:17

14
Dez 11

 

Continuamos a publicar os textos dos alunos do 7.º D, que refletiram sobre o significado do ato de escrever nas aulas de Língua Portuguesa. Hoje tem a palavra a Sara Santos.

 

Para mim escrever é quase viver. É sonhar, é uma forma de voar, porque escrever é uma das minhas paixões, que nem toda a gente tem nos corações. Escrever completa­‑me a alma quando estou triste… Ou, quando estou animada, escrevo para depositar energia no papel. Ajuda-me a libertar a raiva e o nervosismo… Ajuda-me a compreender melhor as coisas e a ter calma… Ajuda-me a dar tempo ao tempo.

Às vezes, escrevo uma palavra e ela conta-me algo inspirador para eu conseguir acabar o poema.

O que eu mais gosto de escrever é poesia, com rima, sem rima, não interessa…

Para mim escrever é isto tudo, e tudo mais…

publicado por escoladeescritores às 09:35

06
Dez 11

 

Na sequência do estudo do conto «O menino que escrevia versos», de Mia Couto, levado a cabo na aula de Língua Portuguesa, os alunos do 7.º D foram incitados a pensar sobre o significado do processo de escrita. No nosso blogue, começamos hoje a publicar alguns dos textos assim produzidos. A estreia cabe ao Carlos Marques:

 

Para mim, escrever é olhar o mundo sem fronteiras, levar a minha imaginação até ao impossível, ter uma visão das coisas totalmente diferente do mundo real. É imaginar que posso ter um lugar extremamente louco, o fantástico, e outro extremamente direitinho, o real. Assim, posso ser livre e voar.

publicado por escoladeescritores às 11:46

16
Nov 11

 

O poeta João Luís Barreto Guimarães, que esteve na nossa escola no ano lectivo transacto, a conversar com alunos do 11.º ano sobre a poesia em geral e a sua em particular, lançará no Porto, no Clube Literário, pelas 21h30, o seu livro Poesia Reunida, editado pela Quetzal, em que recolhe toda a sua produção literária compreendida entre 1987 e 2009. Da obra, que será apresentada por Vasco Graça Moura, serão lidos alguns poemas por Daniel Jonas. É uma sessão para a qual todos estão naturalmente convidados e a que este blogue se associa.

publicado por escoladeescritores às 09:40

09
Nov 11

 

O contributo de hoje para a divulgação do soneto como forma poética viva e actuante deve-se à Catarina Sousa, do 11.º D, autora do texto que a seguir reproduzimos. Esperemos que continuem a apreciar os sonetos modernos que vos temos oferecido ao longo das últimas semanas.

 

Não havia luz, não havia nada,

Só tinha medo de o usar ali;

Quando cheguei à conclusão assi,

Era o computador que não ligava.

 

Estava com medo, nervosa... passada;

Falei com a Adriana e a Bibi,

Elas gozaram comigo e eu sorri

Pela tal coisa que já não lembrava.

 

Peguei no carregador e liguei-o,

E logo assim a luz apareceu.

E será que é desta? – interroguei-o.

 

Ele ignorou-me e não me respondeu;

Fiz-lhe festinha, oh, incentivei-o,

Cliquei na tecla on, assim já deu.

publicado por escoladeescritores às 09:35

26
Out 11

 

A Marisa Nogueira, do 11.º D, é a autora deste soneto rigorosamente construído, que, numa linguagem cuidada, reflecte sobre os enganos da paixão amorosa.

 

O sol que nasce na manhã luzente,

O desfecho que já cedo adivinha

O intenso sofrer desta alma minha

Que me fez procurar-te desesperadamente.

 

Uma longa viagem, de nascente a poente,

Meu magoado coração para ti caminha;

A emoção cresce, e muito asinha,

De ti me aproximo fervorosamente.

 

Foi c’o teu jeito endiabrado

Que enfeitiçado eu fiquei,

E tão loucamente apaixonado.

 

Por ti sofri, por ti chorei,

Fui enganado, fantasiado,

Mas tão docemente me entreguei.

publicado por escoladeescritores às 09:27

19
Out 11

 

Hoje publicamos a contribuição da Joana Freire, do 11.º D, para o desenvolvimento do soneto como forma poética viva na língua portuguesa. Trata­‑se de um texto que reactiva esse tópico tão frequentemente reiterado do sofrimento amoroso.

 

Só quero para longe correr!

A dor aperta até doer

Na alma, no corpo…

É como se estivesse morto.

 

Estou já cansado de lutar,

Mas da dor me quero libertar,

Deste peso no coração,

Destas lágrimas de paixão.

 

Estou a sofrer por amor,

Foste tu a causadora

Do meu ardor interior.

 

Com esses olhos me cativaste!

Com esses lábios me chamaste!

Foste tu que me mataste!

publicado por escoladeescritores às 09:26

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